sábado, 23 de outubro de 2010

Portabilidade emocional. Pratique essa idéia!

O leitor já parou pra pensar que relacionamento é uma ferramenta indispensável durante toda a nossa vida?
Começamos a utilizá-la assim que nascemos sem saber direito como funciona. E, conforme o tempo vai passando, a tendência é o ser humano aprimorar a técnica de relacionar-se bem. E o mundo, por estar cada vez mais globalizado, nos trouxe novas possibilidades de relacionamento.
Atualmente, além dos relacionamentos comuns (o familiar, profissional, acadêmico/escolar, afetivo, pessoal, social, etc e tal), também nos relacionamos com os bancos, com as prestadoras de serviços básicos, como luz e água, com operadoras de tv e internet, com telefonia e outros mais. Nem sempre esses relacionamentos são satisfatórios ou cordiais, mas foi através de uma resolução criada pra melhorar nosso convívio com a telefonia que eu pensei numa melhor ainda pra cuidar de nossos relacionamentos afetivos, que na maioria das vezes, são complicadíssimos. Chama-se Portabilidade Emocional.
Infelizmente, grande maioria das pessoas que conheço pensa que por relacionarem-se com alguém,  essa pobre pessoa está fadada a obedecer-lhe e viver de acordo com as mais absurdas regras que compõem a "cartilha da falta de amor-próprio". Uma série de crenças loucas e capazes de destruir a felicidade e o bem-estar de qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom senso.
Essa infeliz cartilha é composta por diversas "proibições", como por exemplo ir sozinho à uma festa,  um barzinho, sair com amigos ou qualquer coisa legal que se faça quando sua liberdade não pertence a ninguém(graças à Deus). Reza o clichê que, quando se tem um "compromisso", você não tem  poder de realizar aquilo que realmente tem vontade. Feliz foi o Herbert Vianna quando disse que "todas as formas de se controlar alguém só trazem um amor vazio". Ele tem toda razão!
E por falar em compromisso,  quantos já temos na vida? Trabalho, estudo, contas, e uma série de coisas que são obrigatórias e indispensáveis pra sobrevivência de nossa espécie. Então, surge essa inquietação: Pra quê serve o compromisso afetivo?
Quando conhecemos alguém potencialmente interessante, já temos nossa vida, nossos gostos, amizades, hábitos, alguns como eu já tem também suas peladas(que são tão tradicionais e sagradas quanto a missa dominical dos católicos) e todas as atividades que compõem nosso convívio social e, consequentemente, nos faz  vivos e felizes. Mas, não são raros os casos em que as pessoas acham que podem dominar nossa agenda e privar-nos de fazer o que realmente nos apetece por pura vaidade, insegurança ou egoísmo. Uma loucura completamente inaceitável.
O mundo tem bilhões de habitantes, dos mais diversificados tipos e raças. E, apesar de existirem pessoas incrivelmente únicas, quem aí nunca ficou interessado em conhecer melhor alguém que surge do nada em sua vida?
Trabalhamos, viajamos, estudamos e vivemos as mais distintas situações onde não é raro surgirem pessoas que sejam atraentes/interessantes. É muito difícil não se sentir atraído por alguém diferente ao menos uma vez na vida e eu considero impossível que uma só pessoa no mundo desperte nosso interesse, ou que a gente só queira estar com ela e mais ninguém. E aí entra a portabilidade emocional, que considero a maior invenção do terceiro milênio (nada pretensioso, rs).
A portabilidade emocional não se confunde com galinhagem, malandragem ou similares. Mas a mesma sai em defesa do poder de liberdade, e no melhor sentido da coisa. Você pode se relacionar com quem quiser, mesmo que seja somente uma pessoa, mas sem que você seja propriedade dela, sem que isso te impeça de fazer o que quiser de sua vida. É preciso que o mundo aceite essa idéia logo, ou então cada vez mais teremos infidelidades, traições, separações, tristezas e sentimentos maléficos ao bem da humanidade.
Talvez você, preconceituoso(a) vá me crucificar, mas se ainda não viveu nada parecido, lembrará desse texto quando encontrar alguém que lhe desperte interesse. Ou vai olhar , ou mexer o cabelo, ou perder a fala ou sentir qualquer uma das sensações/inquietações que te provem que no fundo você queria estar com aquela pessoa. E o que fará? Deixará de viver o que lhe apetece? Vai mentir? Vai trair nem que seja em pensamento?
Parafraseando Elis Regina, "Viver é melhor do que sonhar".

Qual sua escolha?

 Abs,

O Autor

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A que viemos?!

   Caro Leitor,

   Alguma vez você já pensou em rebelar sua alma? Não? Que pena!

   O blog Rebel your Soul  nasceu de uma inquietação incomum e tem como proposta andar na contramão de tudo o que é exaustivamente trivial. É um espaço pra quem não se contenta com o óbvio, mas nem por isso é deselegante ou insensato. É pra quem quer ou quis fugir da mesmice que insiste em tornar nossa existência algo puramente comum.

   Aqui compartilharei algumas idéias, gostos, opiniões e feelings que são diferentes do que muita gente está acostumada a ver por aí. Por esse motivo, não espero e nem preciso de aprovação alheia .

   Seja bem vindo!

   Sds,

   O Autor